Agência parceira:

32ª Mostra de Teatro Sertãozinho

 

Palhaços (de T. Webbi) com Dedé Santana

Data: Dia 10/05 

Horário: 20h30

Local: Teatro Municipal de Sertãozinho - Rua Washington Luiz, 1131 - Centro

SINOPSE

A tragicomédia Palhaços, escrita pelo autor Timochenko Wehbi na década de 70, narra a história de um palhaço que tem a sua rotina alterada ao deparar com um espectador em seu camarim. O encontro entre Careta (Dedé Santana), nome de guerra de José, e Benvindo (Fioravante Almeida), um vendedor de sapatos, faz com que ambos questionem a vida e a sua própria existência, de uma maneira espirituosa, opondo o palhaço profissional ao palhaço da vida.

A peça é um convite para reflexão sobre o verdadeiro papel do artista, o público ultrapassa o espaço da lona para ver de perto o verdadeiro Palhaço e/ou Palhaços.

FICHA TÉCNICA

Texto: Tim ochenco Wehbi

Direção: Alexandre Borges

Elenco: Dedé Santana e Fioravante Almeida

Cenografia: Marco Lima

Figurino: Fábio Namatame

Iluminação: Domingos Quintiliano

Trilha Sonora: Otto e Dipa

Preparação Vocal: Madalena Bernardes

Coaching: Selma Kiss e Yasmim Sant’ Anna

Diretor de Palco: Mauro Nascimento

Contra Regra: David Nicholas

Fotos: Tatiana Coelho

Vídeo: Rústica Produções

Assessoria de Imprensa: Fabio Camara

Direção de Produção: Camila Bevilacqua

Coordenação do Projeto: F L O Produções

Idealização: F L O Produções e LadyCamis Produções

 

Ícaro

Data: 11/05

Horário: 20h30

Local: Teatro Municipal de Sertãozinho - Rua Washington Luiz, 1131 - Centro

 

Uma Janela para o Mundo

Dia: 12/05

Horário: 15h

Local: Teatro Municipal de Sertãozinho - Rua Washington Luiz, 1131 - Centro

Classificação: Infantil (GRATUITO)

O livro "Tatiana Belinky: Uma Janela para O Mundo"  foi a fonte de inspiração para esta montagem  de teatro. Vovó Taffareau, Caracol, a Princesa Lua, a Velha Avarenta e o Andarilho contracenam com os bonecos do Rei, da Rainha e do Jumento Zezinho.

Mergulhar no reino encantado do teatro de Tatiana Belinky nos leva a viver a leveza e a graça de seu universo imaginário. O livro sai da mala e participa da cena, pois contém as adaptações das peças que são encenadas: "A Cidade dos Artesãos", "Quero a Lua" e "A Sopa de Pedra".

Literatura, teatro, dança, música, canto, jogos teatrais, teatro de bonecos, são muitas as informações e brincadeiras que a plateia acolhe enquanto se distrai e aprende.

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia: Tatiana Belinky

Direção e adaptação:  Karin Mellone

Atuação: Viviane Victtorin e Renato  Rodrigues

Músico: Bryan Hose Bach

Cenário e adereços: Aloísio Sales

Figurinos: ArtsCompany

Iluminação: Robson Valentim

Assistência De Produção:  Sônia VS

Produção Executiva: Tainã Vasconcelos

 

Ariano 90: O Santo e a Porca

Data: Dia 12/05

Horário: 20h30

Local: Teatro Municipal de Sertãozinho - Rua Washington Luiz, 1131 - Centro

Sinopse do espetáculo

O Santo e a Porca é uma comédia escrita por Ariano Suassuna em 1957, abordando o tema da avareza.

Eudoro Vicente manda uma carta a Eurico dizendo que lhe pedirá o seu bem mais precioso. Na casa do comerciante, moram a filha Margarida, a irmã de Eurico, Benona, a empregada Caroba e, já há algum tempo, Dodó, filho do rico fazendeiro Eudoro. O desenrolar dos fatos se desencadeia com a carta enviada por Pinhão, empregado de Eudoro e noivo de Caroba, empregada de Euricão. Eudoro informa que fará uma visita para pedir esse bem tão precioso a Eurico, que fica apreensivo, pois pensa que lhe pedirá dinheiro emprestado.

 

Texto e direção de Gilvan Balbino

Assistente de direção: Zéluiz de Oliveira

Elenco

André Teixeira

Arthur Zanini

Gilberto Bellini

Juliano José

Laryssa Dreher

Manoela de Carvalho

Otávio Sarti

Rogéria Saiani

 

 Maquiagem: André Teixeira

Cenário previsto: Juliano José, Arthur Zanini e Gilberto Bellini

Figurino previsto: Rogéria Saiani e Zéluiz de Oliveira

Comunicação visual: Ionas Pê

Apoio técnico: Pedro Ivo

Produção geral: Gilberto Bellini e Rabugentos Cia Teatral

 

Memória Póstumas + Machado de Assis

Data: Dia 13/05

Horário: 20h30

Local: Teatro Municipal de Sertãozinho - Rua Washington Luiz, 1131 - Centro

Sinopse do Espetáculo

A adaptação de uma das maiores obras literárias brasileiras é, na verdade, uma apropriação. ”Memórias Póstumas de Brás Cubas” é, em qualquer sentido, uma espécie de revolução na maneira de contar uma história e Machado de Assis, seu criador, um revolucionário da escrita e das palavras. Brás Cubas está morto e então que começa a escrever suas memórias. Um defunto autor e não um autor defunto. A partir desta liberdade poética, Machado de Assis, munido da sua conhecida sutileza, ironia fina e humor negro; deita a falar da criatura humana, suas imperfeições, seus sonhos de ilusão e desejos, pela boca de um morto, ou seja, alguém que não pode mais ser reprimido ou condenado por dizer o que pensa.  Se no conteúdo “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, publicado em 1881, já é inovador e provocativo, em sua forma é mais ainda. Machado de Assis conversa abertamente com o leitor, rompendo diversos conceitos da escrita linear ou formal. Ora erudito, ora popular, ora didático, ora poético ao extremo, ele desliza sua literatura em pouco mais de 300 páginas de puro prazer e genialidade.

Levar “Memórias Póstumas de Brás Cubas” para o teatro é puro exercício de interpretação. Mais do que criação de personagens, é colocar o ator num estado de interpretação onde a intimidade da platéia aprofunda-se à medida que a literatura assim exige.

Adaptar “Memórias Póstumas de Brás Cubas” para o teatro, apropriando-se da invenção machadiana é, ao mesmo tempo, uma reverência e uma homenagem ao nosso maior romancista. É uma ousadia, pois Machado de Assis propõe uma relação autor/leitor, que deve ser estendida à relação ator/platéia. E então que nasce (renasce) o teatro onde o ator dança a coreografia da palavra machadiana, confirmando-a como contemporânea e moderna, embora escrita há mais de 130 anos!!!

 

FICHA TÉCNICA

 

Adaptação/apropriação e direção: Edson Bueno

Elenco: Luiz Carlos Pazello, Robysom Souza e Edson Bueno

Cenários e Figurinos: Áldice Lopes

Sonoplastia: Chico Nogueira

Iluminação: Beto Bruel

 

Cinderela Lá Lá Lá

Data: 14/05

Horário: 20h30

Local: Teatro Municipal de Sertãozinho - Rua Washington Luiz, 1131 - Centro

Na adaptação “Cinderela Lá Lá Lá”, a história da gata borralheira que encanta gerações é toda voltada para o mundo da moda: Cinderela é corajosa e quer ser estilista. Sua madrasta é fanática por shopping centers. As irmãs invejosas só pensam em ser atrizes de musicais. O antigalã Príncipe Emo luta esgrima e faz a Faculdade GV, a Fada Madrinha é musa do entertainment e o Pai de Cinderela, que está sempre ausente, é um comerciante rico e elegante. O baile real tem tapete vermelho para a chegada de celebridades, como Yoko Ono, Olivia Newton-John, Ana Carolina, Shakira, Gal Costa, Maria Bethânia e até Mãe Menininha.

 

As atrizes Bebel Ribeiro, Helena Cerello e Paula Flaibann conferem dinâmica do começo ao fim da peça cantando e dançando, além de trocar de figurino cerca de 15 vezes.

 

As diretoras da Cia. buscam, nesta nova adaptação, apresentar a versão de Charles Perrault e dos Irmãos Grimm de uma forma atualizada para que as crianças possam se relacionar com o enredo. Além disso, houve uma diferenciação na parte romântica do espetáculo. Como o maior sonho de Cinderela é ser estilista, sua relação do príncipe aparece, então, de forma bastante discreta e ressalta a descoberta do amor e da amizade.

Criação: Cia Le Plat du Jour.

Texto e Direção: Alexandra Golik e Carla Candiotto.

Elenco: Bebel Ribeiro, Helena Cerello e Paula Flaibann.

Trilha Sonora Original: Gus Bernard e Cia Le Plat du Jour  

Letras das Músicas: Cia Le Plat du Jour.

Produção Musical: Marco Boaventura e Carina Renó.

Produtora de som: Trilha Original Estúdio.

Iluminação: Wagner Freire.

Cenário e Figurino: Marco Lima.

Cenotécnica e Adereços: FCR Produções Artísticas.

Coreografia: Paula Flaibann, Helena Cerello e Bebel Ribeiro.

Assessoria de imprensa: Arteplural Comunicação.

Ilustração: Iara Jamra.

Fotografia: Bira Crosariol.

Direção de produção: Cia Le Plat du Jour .

Produção Executiva: Vanessa Campanari.

Coordenação de projeto: Andréa Marques.

Realização: Cia Le Plat du Jour.

 

Vidas Secas: Uma Cantata Nordestina

Data: Dia 15/05

Horário: 20h30

Local: Teatro Municipal de Sertãozinho - Rua Washington Luiz, 1131 - Centro

O espetáculo Vidas Secas – Uma Cantata Nordestina é um espetáculo, ganhador do Prêmio Especial do Júri de pesquisa dramatúrgica com olhar para Infância e Juventude no XVII Festival Nacional de Teatro de Guaçuí.

O espetáculo relata a vivencia em uma terra seca, este sertão imaginário contido no inconsciente popular. Trata-se de uma desventurada família com sonhos no gibão, que luta para sobreviver em meio a tantas aflições e angústias, numa terra onde falta água, mas transborda esperança.

Com estética inspirada no cordel brasileiro, todo o universo sertanejo proposto por Graciliano Ramos toma vida nessa montagem inédita onde as personagens são vistas pela ótica do titereiro que conduz o jogo sem perder o brilhantismo da obra original.

 

Direção Geral e Adaptação dramatúrgica: Rafael de Castro

Direção musical e Composição Original: Gilda Vandenbrande

Visagismo: Francis Murayama

Cenografia e Indumentária: Grupo Artemis de Teatro

Iluminação: Robson Bessa

Produção Executiva: Felipe Rodrigues

Realização: Grupo Artemis

 

Sinhá Vitória..........................................Márcia Oliveira

Fabiano....................................................Vinícius Franzolini

Baleia.......................................................Thaís Morais

Patrão/Soldado Amarelo....................Felipe Rodrigues

Filho Mais Novo...................................Wellington Coelho

Filho Mais Velho...................................Lucas Fiorello

 

Os Mequetrefe, com Grupo Parlapatões

Data: 16/05

Horário: 20h30

Local: Teatro Municipal de Sertãozinho - Rua Washington Luiz, 1131 - Centro

OS MEQUETREFE 

Com roteiro de Hugo Possolo e direção de Alvaro Assad, a nova montagem dos Parlapatões, traz quatro palhaços vivendo um dia de total nonsense.

A inspiração de Os Mequeterefe foi a obra do inglês Edward Lear, ilustrador e poeta inglês, que criou o termo nonsense. Os Parlapatões convidaram o diretor Alvaro Assad, da carioca Cia. Etc e Tal e que dirigiu A Noite dos Palhaços Mudos (Cia. La Mínima) para dirigir o roteiro elaborado por Hugo Possolo, visando promover um intercâmbio artístico entre dois grupos que trabalham o cômico em vertentes diferentes, a mímica e a palhaçaria.

Em Os Mequetrefe quatro palhaços que, não por acaso, se chamam Dias, vivem a jornada de um longo e divertido dia. Do despertar à hora de ir dormir, revelam como a desconstrução da lógica cotidiana pode abrir espaço para outras maneiras de encarar a vida. Vivendo situações bem comuns esses cidadãos nada comuns provocam uma série de confusões tão hilárias quanto poéticas.

Da maneira como acordam, passando pelo jeito como se vestem para ir trabalhar, eles encaram essa aventura através do dia de maneira cômica. Depois de acordar, os Dias pegam o ônibus, que irá se transformar em tudo que pode levar gente, seja navio ou trem, para simplesmente irem ao trabalho, e assim manipulam objetos de cena de maneira lúdica, sempre carregados de um humor provocativo. Seja no trabalho, onde todos seus colegas são seres absolutamente estranhos, ou seja, no final do dia, quando a televisão despeja imagens violentas sobre todos, esses palhaços retiram de suas hipérboles sua comicidade e seu lirismo.

Ficha Técnica

Roteiro: Hugo Possolo
Direção: Alvaro Assad 

Elenco:
Raul Barretto
Hugo Possolo
Fabek Capreri
Alexandre Bamba

Ator substituto: Tadeu Pinheiro

Assistente de Direção: Joana Penido Magalhães
Cenografia e Figurinos: Hugo Possolo
Trilha sonora: Raul Teixeira
Iluminação: Reynaldo Thomaz e Alvaro Assad
Adereços: Ateliê Palhassada e Agentemesmo Queimando o Dedo na Cola Quente
Costureiras Figurinos: Alice Correa e Cleide Niwa
Costureira Cenário: Judite de Lima   
Fotos: Luiz Doroneto
Produção Executiva: Janayna Oliveira
Assistência de produção: Anne Ramos e Nanda Cipola
Planejamento da produção:
 Erika Horn
Coordenação de produção: Raul Barretto e Hugo Possolo

Realização:
Parlapatões 
Agentemesmo Produções Artísticas

 

Lisístrata: O Vôo Das Andorinhas

Data: Dia 17/05 

Horário: 20h30

Local: Teatro Municipal de Sertãozinho - Rua Washington Luiz, 1131 - Centro

SINOPSE DO ESPETÁCULO

Em meio à uma guerra que há 20 anos tira a vida dos homens e mantém seus filhos longe de casa, as mulheres gregas, lideradas por Lisístrata, decidem pôr fim às hostilidades, usando uma tática nada convencional: uma greve de sexo. Para melhor conseguirem seus objetivos, as mulheres ocupam a Acrópole e tomam conta do Tesouro a fim de que seus maridos escutem suas razões, parem a luta e finalmente estabeleçam a paz.

RELEASE

Comédia clássica de Aristófanes, o espetáculo da Cia do Voo, com direção de Tom Rezende, pesquisa dramatúrgica de Laura Diniz e dramaturgismo de Marcelo Oriani, traz um diálogo com a contemporaneidade e se inspira na tradução inglesa para a metáfora do subtítulo “O Voo das Andorinhas”.

Oriunda de uma época em que as mulheres não subiam ao palco, assim como não eram autorizadas entre o público do teatro, LISÍSTRATA traz uma protagonista encorajada que mobiliza mulheres de cidades rivais para impedir a guerra e seu financiamento dentro de um sistema patriarcal e um fim em que todas as partes são unidas, independente do gênero ou da cultura de origem. A obra do comediante grego ainda merece a fama que até hoje desfruta: vinte e quatro séculos de guerras tornaram-na cada vez mais atual e não diminuíram em nada a sua relevância.

A Cia do Voo apresenta um espetáculo que faz uso de diferentes recursos e linguagens trazendo à cena discussões acerca de minorias políticas, bem como, questões de empoderamento e igualdade de gêneros e etnias.

 

Sonhos Roubados: Um Melodrama Dell´Arte

Data: Dia 18/05 

Horário: 20h30

Local: Teatro Municipal de Sertãozinho - Rua Washington Luiz, 1131 - Centro

Sonhos Roubados – Um Melodrama Dell’Arte, que recebeu os olhares sensíveis do dramaturgo Calixto de Inhamuns e da diretora Neyde Veneziano, apresenta três histórias com situações melodramáticas que ocorreram na cidade, duas diretamente ligadas à fase sanatorial de São José dos Campos, quando o antigo Sanatório Vicentina Aranha (hoje, patrimônio histórico do município) era considerado um dos mais importantes do país para o tratamento da tuberculose. Foi recriado a partir de pesquisa histórica sobre fatos verídicos ocorridos em São José dos Campos, principalmente, no tempo do Sanatório Vicentina Aranha. São acontecimentos do passado, agora narrados, cantados e teatralizados por quatro atores que vivem personagens marcantes, sob nomes fictícios que nublam e fantasiam a realidade de outrora. Hoje, mostrado sob o prisma do melodrama circense, onde o riso e o choro andam juntos, o espetáculo pretende agradar, divertir e, ao mesmo tempo, emocionar públicos de todas as idades. Porque é olhando para nossas coisas, nossa cidade, nossa casa, que nos tornamos universais. Pois falamos da alma humana, sob a estética do teatro popular brasileiro.

Texto: Calixto de Inhamuns

Direção Geral: Neyde Veneziano

Elenco: Andréia Barros, Jean de Oliveira, Jéssica Lane e Josivan Costa

Diretor Assistente: Atul Trivedi

Direção Musical, Criação e Arranjos: Beto Quadros

Cenário e figurinos: Ana Maria Bomfin (Pitiu)

Maquiagem e cabelo: Ana Maria Bomfin (Pitiu) e elenco

Montagem e Operação de Luz: Jean Fábio

Operação de som: Camila Samara

Composições: Beto Quadros e Calixto de Inhamuns

Produção Executiva: Camila Samara

Diretor de Produção e Criação de Luz: Claudio Mendel

 

Diálogo Noturno com um Homem Vil (com Ailton Graça e Celso Frateschi)

Data: Dia 19/05 

Horário: 20h30

Local: Teatro Municipal de Sertãozinho - Rua Washington Luiz, 1131 - Centro