Agência parceira:

Cabeça Oca

A Cia Talagadá, na construção desse projeto, se propôs a um novo desafio artístico: saciar o ímpeto político de denunciar atitudes as quais acham-se contrárias ao desenvolvimento humano, e ao mesmo, tempo transcender sua capacidade criativa através de poéticas visuais e do teatro de formas animadas, proporcionando, de fato, uma comunhão entre público e espectador e não apenas um projeto que satisfaça uma das partes, seja o entretenimento ou a doutrina de um pensamento estético e filosófico. A partir daí, todo o processo criativo se deu por meio de pesquisas e discussões sobre a temática a abordar, como também a pratica que proporcionaria maior prazer enquanto atores-criadores. Dentre os assuntos tratados, as  imagens idealizadas e os recursos técnicos que poderiam ser utilizados, percebeu-se que o existencialismo era algo recorrente nos diálogos. Tal fato pôde ser justificado pelo momento no qual os integrantes da companhia têm demonstrado a necessidade em falar de si, do impacto com o mundo a sua volta, no qual percebe-se o poder e a influência que a mídia tem em sua rotina, fazendo acreditar que, como difusora de um neoliberalismo mascarado, promove a competição, a corrupção, a desigualdade social e sexual, a intolerância e o desrespeito, a violência gratuita, enfim, a alienação.

 

Ficha Técnica

 

Tempo de duração do espetáculo: 60 minutos

Idade mínima recomendada: acima de  14 anos

Direção: Valner Cintra

Som: Trilha sonora original – Luis Giovelli

Iluminação: Valner Cintra

Cenário: Cia Talagadá

Figurino: Valner Cintra

Maquiagem: Valner Cintra

Atores Personagens: Atores manipuladores – Danilo Lopes, João Bozzi e Valner Cintra

Outras Funções: Operador de som e luz – Luan Freitas